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5. Jul, 2018

A arte de fazer críticas construtivas. O método DESC

Perante situações em que queremos fazer uma crítica, por vezes perdemos a calma e reagimos de modo inapropriado, com comportamentos agressivos, passivos ou manipuladores. Qualquer um destes comportamentos é ineficaz, na medida em que provoca tensões no relacionamento interpessoal e não reduz os efeitos negativos consequentes.

De acordo com os princípios da afirmação pessoal, a agressividade, a passividade e a manipulação são comportamentos que podem ser alterados, contornados e ultrapassados, através do desenvolvimento de uma atitude assertiva na forma como comunicamos com os nossos interlocutores.
A assertividade assenta no estabelecimento de relações baseadas na confiança, no respeito por si próprio e pelos pontos de vista dos outros e na criação de soluções que satisfaçam os interesses de ambas as partes.

Receber assertivamente as críticas
Para formular críticas de um modo assertivo, deve em primeiro lugar ser capaz de receber assertivamente as críticas que lhe fazem e para isso é essencial:
 Aceitar que as outras pessoas pensam de forma diferente;
 Reconhecer os seus pontos fracos e as suas limitações. Isto vai ajudá-lo a aceitar alguns dos seus comportamentos que podem incomodar as outras pessoas;
 Escutar e deixar a outra pessoa falar evitando interromper;
 Evitar colocar-se “na defensiva”, justificar-se ou contra-atacar. Cada crítica é uma fonte de informação;
 Recusar ser categorizado (“isso é a tua opinião”);
 Pedir pormenores específicos e rejeitar críticas vagas. Isto permite-lhe discernir se a outra pessoa está a referir factos ou opiniões;
 Distinguir pontos de acordo e de desacordo, principalmente em relação aos factos e à interpretação desses factos;
 Demonstrar que compreendeu a crítica;
 E… respirar!

Formular críticas de forma construtiva
A forma como é feita a crítica é importante uma vez que afeta o modo como é recebida pela outra pessoa. A crítica terá muito mais impacto se for uma mais-valia para si, para o outro, para a vossa relação e para o contexto.

Para que a sua crítica seja construtiva, antes de a fazer prepare-se:
 Faça apenas uma crítica de cada vez, mantendo-se focalizado na situação que causou a reação;
 Encontre o momento certo e faça a crítica em privado para que o outro não perca a face;
 Identifique um ponto forte ou uma qualidade da outra pessoa: o objetivo de uma crítica construtiva é manter uma relação de confiança. Comece por recordar aquilo que aprecia no outro e concentre-se apenas nos factos que o incomodam.
 Escreva a crítica: descreva a situação numa folha de papel da forma mais sintética possível, sistematize os factos que podem ser observados e procure a emoção que sentiu quando a situação ocorreu, sem a tentar minimizar;

Utilize o método “DESC”*
D Descreva os factos
Para encorajar a mudança critique utilizando factos que podem ser observados e medidos, evitando cair na armadilha das opiniões.
E Expresse as suas emoções
Para mostrar o seu envolvimento, partilhe os seus sentimentos acerca da situação. Utilize mais vezes “Eu…”, do que “Tu…” que pode ser acusatório e aumentar o antagonismo com o outro.
S Sugira soluções alternativas
Para se focalizar na solução e não no problema, sugira vários caminhos alternativos. Isto servirá de base para encontrar uma solução de futuro que seja mutuamente satisfatória.
C Conclua com Consequências positivas
Sublinhe as consequências positivas da mudança para ambos. Isto permite-lhe concluir de modo positivo.

Um exemplo de aplicação do método:
– “Bom dia, João. Tínhamos uma reunião marcada para as 9:00 e chegaste às 9:50” (FACTO).
– “Esta situação causa-me constrangimentos, porque reorganizei a minha agenda para reunir contigo” (EMOÇÃO).
– “Sugiro que nos encontremos esta tarde às 16:00 e peço-te que me avises com antecedência da próxima vez que previres chegar atrasado” (SUGESTÃO).
– “Desta forma, vamos conseguir manter o nosso compromisso para amanhã com a Direção e eu ainda consigo cumprir com aquilo que tinha planeado fazer esta manhã ” (CONSEQUÊNCIA POSITIVA).

O método “DESC” é um bom instrumento de preparação e serve de base à criação de uma estrutura para a crítica. Permite-lhe ser claro sem atacar a outra pessoa e focalizar-se em soluções de futuro que sejam mutuamente satisfatórias.

Uma crítica assente no respeito e na diplomacia tem mais hipóteses de ser aceite e gerar confiança, permite-lhe estabelecer relacionamentos baseados na clareza e na transparência e adotar um comportamento ganhar-ganhar. Fazer críticas construtivas requer treino, por isso permita-se tentar e cometer alguns erros.

*in Bower, Sharon & Bower, Gordon (1976), Asserting yourself. Beverly, MA: Perseus Books.

1. Mai, 2018

APFertilidade - Rede de Psicólogos
Os associados da APFertilidade podem beneficiar de condições especiais em consultas de psicologia, junto dos seguintes profissionais:
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15. Jan, 2018

12 Estratégias para o seu Bem-estar e Saúde Emocional

O início do ano é uma época em que estamos mais dispostos a definir prioridades e implementar mudanças. O seu bem-estar e saúde emocional devem estar entre essas prioridades.
Confira algumas estratégias para começar a cuidar melhor de si:

Resiliência
Capacidade de se reerguer perante situações difíceis ao ter consciência do que lhe aconteceu. Ao praticar a resiliência estará a concentrar-se nos aspetos positivos daquilo que não pode controlar, utilizando os acontecimentos a favor dos seus objetivos.

Perdão
Reconhecer que errar é humano e fará com que se torne mais tolerante ao erro dos outros. Bem como também em relação aos seus erros.

Positivismo
Até os momentos mais negativos envolvem algo positivo que deve ser visto como uma oportunidade de crescimento. Foque-se na aprendizagem que poderá retirar destes momentos e desenvolva uma atitude positiva.

Assertividade
Ser assertivo é a capacidade de expressar o que sente ou o que pensa sem magoar ou ferir outras pessoas. E será a chave para não se deixar afetar por pessoas tóxicas ou que frequentemente invadem os seus limites. Respeite-se e diga não sem culpa, estabelecendo limites.

Sentido de Humor
Mesmo quando tudo parece mau, adote a estratégia de rir sobre o que lhe aconteceu, fomentando o seu sentido de humor. Não só estará a relativizar, saindo mais facilmente dessa situação, como também irá aumentar o seu bem-estar e até melhorar a sua saúde em geral. Ria-se de si próprio.

Voluntariado
Sabe-se que as pessoas que fazem algum tipo de voluntariado apresentam menos sintomas de dor. E, por outro lado, apresentam também uma maior auto-estima e sensação de bem-estar, combatendo assim o stress e a depressão. Para alem disto, fazer voluntariado irá expandir o seu leque de relações sociais e de conhecimentos.

Criatividade
Saia do familiar e experimente coisas novas. Ao desenvolver a sua criatividade estará a investir em novas soluções para os seus problemas e será mais fácil ver o mundo sob várias perspetivas.

Socialização
Rodeie-se de pessoas que realmente contribuem para o seu bem-estar e para a sua felicidade. Sejam familiares, amigos ou colegas. Invista em passatempos ou em atividades que lhe dêem prazer, desfrutando mais da natureza e de animais, que também está provado serem benéficos para o bem-estar psicológico.

Exercício físico
A prática de exercício físico está associada a saúde física e mental. Para além de melhorar o sono, a prática do exercício físico estimula a produção e libertação de endorfinas, substâncias que aumentam o bem-estar e diminuem o stress. Assim como a serotonina, a chamada “hormona da felicidade”, cuja inibição está comummente associada aos sintomas da depressão.

Alimentação saudável
Coma um pouco de tudo em quantidades moderadas. Siga as indicações da pirâmide dos alimentos.

Sono de qualidade
O sono é um dos pilares mais importantes e fundamentais da nossa saúde física e psicológica e dormir o suficiente para a sua idade deve ser uma prioridade. Se tiver dificuldades em dormir, procure ajuda.

Paixão pelo que faz
Liste os seus interesses e invista tempo em fazer coisas que realmente goste de fazer. Fazer aquilo que gostamos e gostar daquilo que fazemos vai ajudar a tornar-nos mais felizes!

2. Jan, 2018

COMO PODE AJUDAR O SEU FILHO/A A SER MAIS CONFIANTE

Partilho algumas estratégias simples e fáceis de aplicar no dia a dia e que praticar para ajudar o seu filho a ser mais confiante:

Aprecie o esforço independentemente do resultado final
Durante o crescimento do seu filho o mais importante é a jornada e não o destino final.
Valorize a ação em si e não o resultado final porque o importante é que eles tentem fazer coisas novas.

Incentive a prática para construir a competência
Ninguém nasce ensinado!
Tudo o que sabemos fez parte de um processo de aprendizagem que nos foi incutido ao longo da vida. Encorajar o seu filho a fazer coisas novas, mas sem colocar demasiada pressão sobre a criança, é uma boa forma de contribuir para o aumento de confiança.

Deixe que o seu filho lide com os seus problemas sozinho
Se fizer o trabalho pelo seu filho ele nunca irá desenvolver a habilidade ou a confiança para lidar com os seus próprios problemas. O objetivo não é evitar os problemas do seu filho mas sim ensiná-lo a lidar com os seus erros de forma a aprender a ultrapassá-los por si próprio.

Deixe-os agir de acordo com a sua idade
Não espere que o seu filho aja como um adulto. Se a criança sente que somente quando se comporta como os pais é que é suficientemente boa, é confrontada com um padrão irrealista que pode desencorajar o seu esforço.

Encoraje a curiosidade
Por vezes as perguntas constantes de uma criança podem tornar-se irritantes e cansativas, mas esse comportamento deve ser encorajado. Vamos estimular assim o seu interesse em aprender e querer saber mais, tão importante para o sucesso escolar.

Dê-lhe novos desafios
Mostre ao seu filho que pode atingir metas mais fáceis de alcançar para conseguir atingir um objetivo maior, como por exemplo, andar de bicicletas sem as rodas de apoio.
Os pais podem incentivar a confiança aumentando o nível de responsabilidade.

Evite criar atalhos ou fazer exceções com o seu filho
Lembre-se que um tratamento especial pode conduzir à falta de confiança uma vez que esta ação não está a contribuir de uma forma positiva para o desenvolvimento social da criança.

Nunca critique o seu desempenho
As críticas dos pais, mais do que por vezes se imagina, reduzem a motivação de uma criança. Se o seu filho tiver medo de falhar, ele vai ficar preocupado que se sinta zangado ou desapontado e desta forma não se sentirá estimulado a tentar coisas novas.

Tratar os erros como elementos fundamentais de um processo de aprendizagem
Deve ensinar os seus filhos a não ter medo de falhar. Não seja demasiado protetor e permita que o seu filho cometa os seus próprios erros de vez em quando e ajude-o a compreender como é que pode fazer melhor na próxima oportunidade.

Abra portas a novas experiências
Ao expor as crianças a coisas novas está a ensinar-lhes que não importa o quão assustador e diferente algo possa ser porque eles estão preparados para conquistar o desconhecido.

Ensine-o aquilo que sabe
Tenha uma coisa em mente: para uma criança, os pais são os seus heróis. Aproveite esse poder para ensiná-la o que sabe sobre como pensar, agir ou falar. Seja um bom exemplo e um modelo a seguir.

Não diga a uma criança que está preocupada com ela
A preocupação dos pais pode ser interpretada pela criança como um voto de desconfiança. Opte pela expressão positiva, os pais ao expressarem confiança geram a confiança na criança.

Elogie-os quando lidam com uma adversidade
A vida nem sempre é justa. Na realidade, é difícil e cada criança terá de aprender a lidar com isso em algum momento.
É importante lembrar ao seu filho que a estrada para o sucesso está cheia de desafios.

Ofereça a sua ajuda e apoio mas com conta, peso e medida
Dar muita assistência demasiado cedo pode reduzir a capacidade de auto-ajuda da criança.

Aplauda a sua coragem em tentar algo novo
Os pais devem elogiar os filhos quando estão a tentar fazer coisas novas. Frases simples como “és corajoso por tentares isto” são um exemplo.
Sentimo-nos mais confortáveis quando algo nos é familiar. A coragem é necessária para ousar fazer algo novo e diferente.

Comemore a excitação da aprendizagem
Quando está a crescer tudo parece um desafio. Os pais devem aplaudir sempre o esforço do seu filho para que este não sinta vergonha de tentar. Não deixe de comemorar com a criança os desafios que ela vai ultrapassando.

Não permita que os seus filhos escapem da realidade ao passarem grande parte do seu tempo com gadgets
Não deixe que o seu filho se esconda atrás de um telemóvel, tablet ou jogos de consola. Em vez disso, incentive-o a envolver-se com o mundo real. Faça atividades com ele ao ar livre.

Seja assertivo
Quando os pais são muito rigorosos ou exigentes a confiança da criança pode sair prejudicada e reduzida. Fale com o seu filho e ajude-o a construir o seu caminho. Repreenda-o quando tiver que o fazer e elogie-o nas suas conquistas.

Fonte: Carl Pickhardt, psicólogo e especialista em parentalidade, autor de vários livros de educação e parentalidade.

18. Dez, 2017

Boas Festas e Um Feliz Ano Novo!

Votos de um Bom Natal e de um Excelente Ano de 2018

21. Nov, 2017

NOVO - Parceria MULTICARE

Condições especiais para aderentes e beneficiários dos Planos MULTICARE. Descontos de 40% e 30% em todos os serviços.

20. Set, 2017

O prazer de estar em grupo

Várias questões se nos levantam quando refletimos sobre as psicoterapias e em especial sobre as psicoterapias de grupo: O que é a Grupanálise? O que é a Psicoterapia Analítica de Grupo? O que são as Grupoterapias? Qual é a diferença entre fazer uma Grupanálise e fazer uma Psicoterapia Analítica de Grupo? O que é mais benéfico para a pessoa? Quem tem indicação clínica para uma e outra? Quais são os ganhos que se podem obter com uma Grupanálise?
Concentremo-nos sobre estas interrogações.
A Grupanálise é um meio privilegiado de acesso ao inconsciente, assim como aos processos relacionais contribuindo decisivamente para o autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.
É um método de tratamento psicológico numa situação de grupo indicado para praticamente todos os tipos de sofrimento psicológico e relacional.
Os grupos de grupanálise têm até oito membros e são semiabertos com entrada lenta, ou seja um novo membro pode ser admitido num grupo já em funcionamento possibilitando vivências muito reais num contexto psicoterapêutico protegido. As sessões duram noventa minutos e realizam-se com uma periodicidade bissemanal ou trissemanal. Por seu lado a Psicoterapia Analítica de Grupo de base grupanalítica funciona segundo os mesmos pressupostos teóricos e técnicos mas tem uma periodicidade semanal.
Existem algumas regras invioláveis e que são em si mesmas terapêuticas: a confidencialidade, os membros do grupo comprometem-se a não revelar nenhuma informação ou a identidade dos membros do grupo; os diversos elementos do grupo não podem conhecer-se previamente, ou ter relações de proximidade entre si, nem encontrar-se fora do espaço psicoterapêutico do grupo, envolver-se sexualmente, em transações, negócios ou obter benefícios entre si enquanto decorrer a sua participação no grupo.
O processo pelo qual o tratamento ocorre será o processo grupanalítico, isto é, na Grupanálise ou na Psicoterapia Analítica de Grupo, o condutor do grupo ou grupanalista através da estimulação de uma comunicação livre e associativa fomenta o autoconhecimento e o acesso aos mecanismos inconscientes que estão presentes nas ações e escolhas do dia-a-dia e na forma como nos relacionamos com os outros. Todos os membros do grupo são mutuamente relevantes para o processo psicoterapêutico. Através da palavra e das novas vivências em grupo ocorre um complexo processo individual de reestruturação cognitiva e novas formas de relação são possíveis de conseguir e a mudança comportamental e relacional consolida-se.
A diferença entre a Grupanálise e a Psicoterapia Analítica de Grupo e outras Grupoterapias, reside na profundidade com que é possível aceder a determinados níveis de comunicação e níveis de interpretação no seio do grupo. Pela ação do número de sessões semanais e da atividade interpretativa do grupanalista a comunicação associativa tende a ser mais profunda na Grupanálise.
O ensaiar das relações interpessoais e o acesso aos conflitos internos através da relação com os outros no grupo são vantagens inegáveis de uma psicoterapia de grupo.
A compreensão analítica do que sucede no grupo e a sua evolução, a interpretação do conteúdo latente das comunicações e a função psicanalítica do psicoterapeuta são aspetos essenciais que distinguem e caraterizam a Grupanálise e a Psicoterapia Analítica de Grupo de outras formas de psicoterapia em grupo.
A seleção dos membros para a integração em grupo é um processo fulcral para o bom funcionamento e desenvolvimento do grupo e do processo analítico. Implica que o grupanalista realize algumas sessões individuais antes de decidir a integração em grupo, de modo a melhor conhecer aquela pessoa e a estabelecer previamente uma aliança terapêutica consistente (fator decisivo no sucesso da psicoterapia).
Sobre as indicações e contra indicações da Grupanálise e da Psicoterapia Analítica de Grupo realçamos que a motivação para se conhecerem e mudarem, apesar das dificuldades que poderão ocorrer; um bom carácter (com capacidade de tolerância para com os outros em relação à liberdade geral dos indivíduos, por exemplo diferenças religiosas, culturais, etc… e, em relação aos problemas, dificuldades e deficiências) e a capacidade de se vincular ao grupo e ao processo psicoterapêutico são caraterísticas que devem ser valorizadas e apresentam-se como melhores preditores de sucesso do que caraterísticas específicas de personalidade, idade, inteligência ou psicopatológicas.
Têm indicação todos aqueles que admitem as suas dificuldades e conseguem aceitar e relacionar os fatores genético-evolutivos na formação da sua personalidade e na contribuição deles para o seu sofrimento.
Mas e o que podemos ambicionar conseguir obter com uma grupanálise? Para que serve fazermos uma Grupanálise ou uma Psicoterapia Analítica de Grupo?
Em síntese, podemos considerar como aquisições possíveis de obter com uma Grupanálise ou uma Psicoterapia Analítica de Grupo:
 Desaparecimento dos sintomas.
 Capacidade de lidar com a ambivalência, apreciando claramente as facetas agradáveis e desagradáveis das pessoas e experiências de vida e fazendo escolhas egossintónicas.
 Aquisição da capacidade de insight emocional e autoanálise, apreendendo novos significados e não ficando perplexo consigo próprio.
 Capacidade para reconhecer e exprimir adequadamente, sem receio de erotizar ou destruir, afectos intensos no próprio e nos outros com que se relaciona.
 Capacidade para adquirir e sentir prazer na autonomia.
 Capacidade de estar só e de tolerar as separações e frustrações sem recorrer a mecanismos de defesa primitivos.
 Capacidade e prazer no investimento da realidade, o que implica um aumento da tolerância.
 Construção dum narcisismo saudável: aumento da capacidade empática em relação a si próprio e aos outros, aumento do sentido de humor, capacidade para criar ou retomar desejos, ambições e ideais antes bloqueados, aumento da criatividade.

Uma Grupanálise (ou uma Psicoterapia Analítica de Grupo) é mais do que uma terapia, é uma experiência de vida que nos enriquece pessoal e relacionalmente.
Aprender a sentir prazer em estar em grupo expande a nossa consciência.

Mafalda Guedes Silva

20. Jun, 2017

Anton Tchekov - Literatura e Saúde Mental

Confira o artigo de opinião em
http://grupanalise.pt/espaco_i/anton-tchekov-literatura-e-saude-mental/

3. Abr, 2017

NOVO - Consultas online

Envie email ou contacte telefonicamente para agendar consulta online

2. Mar, 2017

Parceria com o Instituto Português do Desenvolvimento Pessoal

Grupanálise e Psicoterapia Analítica de Grupo
Também em Lisboa no Instituto Português do Desenvolvimento Pessoal

Para marcações e outras informações:
211984704
967568959
912758160
www.instituto-desenvolvimentopessoal.com

11. Fev, 2017

Workshop em Lisboa (25 de Março de 2017, 9h-16h) - inscrições abertas

Inteligência Emocional e Gestão das Emoções: Estratégias para a Vida Pessoal e para a Carreira Profissional

DESTINATÁRIOS
Todas as pessoas interessadas em adquirir competências e ferramentas úteis para compreender e gerir convenientemente as suas emoções nos mais diversos contextos, optimizando assim o seu bem estar e alcançando uma maior qualidade de vida (a nível pessoal e profissional).


OBJECTIVOS
-Compreender o conceito de Inteligência Emocional e sua relação com o bem-estar, qualidade de vida e sucesso profissional;
-Conhecer as componentes da Inteligência Emocional
-Reconhecer os processos de Inteligência Emocional em tempo real;
-Identificar e distinguir as próprias emoções e as emoções dos outros;
-Compreender a causa e a função das várias emoções;
-Gerir de forma sustentável as emoções, promovendo o bem-estar e um desempenho profissional eficiente
-Desenvolver a consciência emocional
-Optimizar a comunicação através da Inteligência Emocional
-Gerir as relações sociais e profissionais com sucesso
-Elaborar estratégias de Inteligência Emocional;
-Aplicar técnicas e ferramentas de regulação emocional;

PLANO CURRICULAR
Módulo 1: A Inteligência Emocional e as suas componentes
Módulo 2: As emoções e o funcionamento psicológico
Módulo 3: As competências intra-pessoais
Módulo 4: As competências inter-pessoais
Módulo 5: O impacto da gestão das emoções no bem-estar
Módulo 5: A Inteligência Emocional e o desempenho individual e colectivo
Módulo 6: Ferramentas úteis e técnicas eficazes de gestão emocional

Inscrições e mais informações:
geral@instituto-desenvolvimentopessoal.com
211984704 |967568959 |912758160

2. Fev, 2017

Consultas agora também em Lisboa

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Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, n.º 61C, 1º andar - escritório 7
Marcações pelo 919453058
e no
Instituto Português de Desenvolvimento Pessoal
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3. Jan, 2017

Potencialidades dos grupos psicoterapêuticos aplicadas à psicologia forense

Within the Limit: A report about the
formation of a psychotherapeutic group for
patients with injunctions (suspended
sentences)
By Mafalda Guedes Silva
Neste artigo teórico publicado pela Group Analytic Society exploro as potencialidades dos grupos psicoterapêuticos aplicadas à psicologia forense.

O artigo completo pode ser consultado gratuitamente em:
http://groupanalyticsociety.co.uk/wp-content/uploads/2016/11/C73-FINAL.pdf

23. Dez, 2016

Boas Festas

Votos de um Feliz Natal e Um Excelente Ano de 2017!

21. Dez, 2016

Novidades

Future Healthcare a partir de 01 de Janeiro de 2017 irá gerir o Cartão Protteja Saúde Prime. Todos os clientes com este Plano de Saúde terão acesso aos descontos já protocolados nos nossos serviços de psicologia.

2. Nov, 2016

Atualização dos Serviços disponíveis

Supervisão e Mentoria reconhecida pela Ordem dos Psicólogos.
Sessões individuais ou em pequenos grupos em Psicologia e Psicoterapia.

26. Out, 2016

Novos Acordos / Protocolos de Parceria

Estão a ser negociados novos Acordos / Protocolos de Parceria que irão incluir diversos Planos de Saúde. Novidades em breve.

22. Out, 2016

Palestra "A importância no brincar no desenvolvimento da criança"

Numa parceria entre Mafalda Guedes Silva - Psicóloga| Psicoterapeuta| Formadora e a Creche Familiar, Barrantes - Caldas da Rainha realizou-se hoje uma palestra e discussão sobre o tema "A importância no brincar no desenvolvimento da criança". Mais informações em ​http://fb.me/MafaldaGuedeSilva

14. Out, 2016

Novo Acordo/Protocolo

Foi celebrado Acordo Convencionado com a MEDICARE.
Usufrua de descontos atrativos em vários serviços convencionados.

10. Out, 2016

Comemoração do Dia da Saúde Mental

http://www.portaldasaudemental.pt/wp-content/uploads/badge_parceiro_fundador.png

9. Out, 2016

Comunicações apresentadas no XVI Congresso Nacional de Grupanálise e Psicoterapia Analítica de Grupo

Consulte as comunicações na minha página profissional no LinkedIn

https://pt.linkedin.com/in/mafaldaguedessilva

30. Set, 2016

XVI Congresso Nacional de Grupanálise e Psicoterapia Analítica de Grupo

É já no sábado dia 8 de Outubro que irei apresentar duas comunicações no XVI Congresso Nacional de Grupanálise e Psicoterapia Analítica de Grupo.
Confira o programa completo em http://grupanalise.pt/

SÁBADO DIA 8
15:15 - 16:30
Mesa de Comunicações IV
Tema: Potencialidades Terapêuticas dos Grupos
Presidente da mesa: Maria Alice Gameiro
UM GRUPO COM MAIS DE 1000 DOENTES. - Grupo Psicoterapêutico Aberto num Hospital Público - António Bento e Mafalda Guedes Silva
PORQUE O TEMPO NÃO CURA TUDO. Potencialidades do grupo na intervenção na crise - Mafalda Guedes Silva
GRUPOS BALINT – GRUPOS DE INVESTIGAÇÃO DA RELAÇÃO MÉDICO-DOENTE - Nuno Florêncio
DINÂMICA DE GRUPOS EM MUSICOTERAPIA - Teresa Leite